terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Pintura no teto

Lennon. A lenda conta que Lennon se apaixonou por ela por causa de uma obra, "Ceiling Painting" (pintura no teto), de 1966. Trata-se de uma escada branca no topo da qual você encontra uma lupa, com que é possível ler uma inscrição: "Yes". É um apelo bonito à nossa capacidade de viver e de mudar o mundo: "sim", é permitido desejar, basta se dar a pena de subir a escada.
No Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, acontece a exposição retrospectiva de Yoko Ono, mas lá é proibido tocar na escada de "Ceiling Painting". O que fazer? No espírito da exposição, subir a escada encarando os seguranças?
Fonte: CONTARDO CALLIGARIS
A resistência
por Ariovaldo Ramos
E logo o Espírito o impeliu para o deserto, onde permaneceu quarenta dias, sendo tentado por Satanás; estava com as feras, mas os anjos o serviam. Mc 1.12,13
40 dias de chuvas no processo do dilúvio.
40 dias para receber a Lei.
40 anos para atravessar o deserto.
40 dias para enfrentar o maligno.
São ciclos que precisaram ser cumpridos.
Todo o enfrentamento do mal é como uma epopéia. É construção de uma nova história. É revolução. Exige determinação, firmeza de propósitos e perseverança, e não pode ser feito sem a ajuda de Deus. Sem o serviço dos anjos.
É uma luta contra a possibilidade de ser corrompido. É uma luta contra a possibilidade de corromper. É uma luta contra a possibilidade de ser conivente com a corrupção. É uma luta de resistência. E, também, uma luta para acabar com a corrupção.
Um sistema que produz exclusão é fruto da corrupção do princípio da igualdade entre os seres humanos: do direito humano à dignidade.
A corrupção implanta e sustenta a injustiça.
Ao vencer todas as possibilidades de participar de qualquer forma de corrupção, a gente deixa o mal sem espaço.
Lutar pela mudança da sociedade é lutar para que a maldade não encontre mais nenhum espaço entre as pessoas, e nas pessoas
Fonte: Blog do Ariovaldo Ramos
Felicidade é disciplina

Ninguém paga uma das melhores escolas do mundo para ter aulas de auto-ajuda, certo? Como explicar, então, que Tal Ben-Shahar, um psicólogo israelense de 37 anos, tenha se tornado o professor mais popular de Harvard, atraindo para o seu curso de Psicologia Positiva mais alunos do que Introdução à Economia, que foi por décadas a aula mais freqüentada da famosa universidade de Boston?
Show de bola

