segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Vineyard Piratininga no Jesus Vida Verao

No dia 19 de janeiro a equipe de música da Vineyard Piratininga participou no Jesus Vida Verão, o maior evento gospel de praia da América Latina. Mais de 40.000 pessoas estavam presentes e cantaram com nossa banda músicas como 'Senhor te quero', 'Vem esta é a hora' e 'Mais que tudo'.

Nomes diferentes de igrejas

Vejam esses nomes interessantes de igrejas evangélicas listadas lá no site Adorarei.com. E ACREDITEM, ELAS EXISTEM!!!!!

. Igreja Evangélica Florzinha de Jesus (Londrina - PR)
. Igreja Pentecostal Trombeta de Deus (Samambaia - DF)
. Igreja Pentecostal Alarido de Deus (Anápolis - GO)
. Igreja Pentecostal Esconderijo do Altíssimo (Anápolis - GO)
. Igreja Batista Coluna de Fogo (Belo Horizonte - MG)
. Igreja de Deus que se Reúne nas Casas (Itaúna - MG)
. Igreja Evangélica Pentecostal a Volta do Grande Rei (Poços de Caldas - MG)
. Igreja Evangélica Pentecostal Creio Eu na Bíblia (Uberlândia - MG)
. Igreja Evangélica a Última Trombeta Soará (Contagem - MG)
. Igreja Evangélica Pentecostal Sinal da Volta de Cristo (Três Lagoas - MS)
. Igreja Pentecostal Jesus Nasceu em Belém (Belém - PA)
. Igreja Evangélica Assembléia dos Primogênitos (João Pessoa - PB)
. Igreja Evangélica Explosão da Fé (Belford Roxo - RJ)
. Igreja Evangélica Vida Profunda (Itaperuna - RJ)
. Igreja Pentecostal do Fogo Azul (Duque de Caxias - RJ)
. Igreja Pentecostal o Poder de Deus é Fogo (Rio de Janeiro - RJ)
. Ministério Favos de Mel (Rio de Janeiro - RJ)
. Igreja Evangélica Pentecostal Labaredas de Fogo (Rio de Janeiro - RJ)
. Igreja a Serpente de Moisés, a que Engoliu as Outras (Rio de Janeiro - RJ)
. Assembléia de Deus com Doutrinas e sem Costumes (Rio de Janeiro - RJ)
. Igreja Pentecostal Assembléia dos Santos (Rio de Janeiro - RJ)
. Templo Evangélico da Sétima Trombeta (Rio de Janeiro - RJ)
. Igreja Primitiva do Senhor (Campos - RJ)
. Igreja Evangélica Universal Jesus Breve Vem (Vilhena - ES)
. Igreja Pentecostal Remidos do Senhor no Brasil (Pimenta Bueno - RO)
. Igreja de Jesus Cristo no Universo (Porto Velho - RO)
. Assembléia de Deus da Reforma Universal (Porto Alegre - RS)
. Igreja Atual dos Últimos Dias (Araras - SP)
. Igreja Cristã Pentecostal Universal Sarça Ardente (Cabreuva - SP)
. Igreja Despertai Para Jesus (São Vicente - SP)
. Igreja de Deus Assembléia dos Anciãos (Itapecirica da Serra - SP)
. Igreja do Evangelho Triangular no Brasil (Sertãozinho - SP)
. Igreja Evangélica Facho de Luz (São Bernardo do Campo - SP)
. Igreja Pentecostal Barco da Salvação (Mauá - SP)
. Igreja Pentecostal Jesus Vem e Vencerá pela Fé (São Paulo - SP)
. Igreja Evangélica Pentecostal a Última Embarcação Para Cristo (São Paulo - SP)
. Igreja Pentecostal Jesus Vem Você Fica (São Paulo - SP)
. Igreja Lugar Forte (São Paulo - SP)
. Igreja Pentecostal o Senhor Pelejará por Vós (Santo André - SP)
. Igreja Pentecostal Povo de Deus Marcha (Orlândia - SP)
. Igreja Pentecostal Uma Porta para a Salvação (Presidente Prudente - SP)
. Igreja Evangélica Pentecostal Cuspe de Cristo (São Paulo - SP)

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Workaholic versus worklover


Todas as pessoas que trabalham em demasia são workaholics? Não. Pesquisadores do Laboratório de Psicologia do Trabalho da UnB (Universidade de Brasília), integrado por psicólogos, médicos e especialistas em ergonomia, desmistificaram essa crença disseminada na sociedade ao descobrir os worklovers.

São pessoas que acordam cedo, dedicam entre 10 e 12 horas do seu dia ao trabalho e, apesar disso, não se importam. Ao final do dia, elas costumam voltar felizes para casa, sem ficar sofrendo pelo dia de amanhã, que demandará muito trabalho.

Para muita gente, não existem pessoas assim, ou, se elas existirem, são insanas. No entanto, de acordo com os pesquisadores que estudam há anos a relação entre trabalho e prazer, os worklovers são reais, pessoas de carne e osso.

Workaholic versus worklover

O workaholic é aquele que é tão viciado no trabalho que acaba deixando até a saúde de lado. Ele se utiliza do trabalho para fugir da vida, de problemas de cunho pessoal. Em geral, sua vida amorosa, sexual ou familiar não é satisfatória. Muitas vezes, essa pessoa também tem poucos amigos ou dificuldade de se relacionar.

Como outros termos, a exemplo de estresse, síndrome do pânico e LER, workaholic virou moda. "Todo mundo que trabalha muito é taxado de workaholic", afirma o professor Wanderley Codo, coordenador do Laboratório de Psicologia do Trabalho.

No entanto, um grande número de pessoas se dedica muito à profissão, mas com prazer. Elas trabalham para viver e não vivem para trabalhar. Aliás, fora do escritório, a vida do worklover é boa. E a realização profissional até o ajuda em todas as outras relações sociais, seja com o parceiro, seja com os amigos ou os vizinhos.

Ele se foca no trabalho, porém com um sentido de criação. "Estar satisfeito com o que se faz é uma das maneiras essenciais de um ser humano adulto ser saudável, já que o trabalho - que toma a maior parte do dia - certamente tem influência sobre a saúde mental", garante Codo.

O que gera o prazer

O coordenador alerta, entretanto, que, quando o trabalho cai na rotina, algum elemento daquele circuito - o que gera prazer - fica descompensado. Felizmente, a engrenagem "errada" pode ser recolocada no lugar, por meio de novos estímulos ou algumas mudanças de atitude e função, por exemplo.

É claro que há profissões nas quais cair na rotina é mais difícil, como professores, jornalistas, empresários, fazendeiros, agrônomos e médicos, mas isso não significa que outros ramos sejam ruins. Um funcionário público, que muitos logo consideram ter um trabalho chato, pode muito bem se realizar com suas atividades. Basta que as considere importantes. "Todo trabalho tem seu encanto", promete o professor.

fonte: InfoMoney

Integridade, excelencia e focalizacao


Por Fabiano Alves

Esses três valores formam o alicerce de uma postura a qual todo cristão deveria tomar para si, se deseja de fato ser frutífero e produtivo para o Reino de Deus.

Integridade não é um conceito novo, mas conhecer o conceito não quer dizer tê-lo como objetivo na vida. Daniel 6:1-5 nos conta a história de homem de Deus fantástico, que foi investigado por uma corja de políticos da sua época, que procuravam achar em sua vida alguma falha pela qual pudessem acusá-lo. E eles devem ter levado essa investigação muito a sério. O incrível é que eles não acharam nada de errado na administração e na vida de Daniel. Isso é integridade. Se de fato desejarmos ver Deus agir em nossa vida e através dela, devemos nos santificar, buscando ser íntegros em tudo.

Excelência também faz parte dessa postura. O texto de 2 Pe 1:5 nos recomenda:..."Por isso mesmo, empenhem-se para acrescentar à sua fé a virtude"...

Fé e virtude caminham juntas, e não se excluem. Somos chamados a ser como nosso Pai, excelentes em tudo o que fazemos. Desde a escola muitos de nós nos acostumamos a estar dentro da média apenas, e estabelecemos nossos próprios limites. Creio que Deus nos usaria muito mais se ousássemos ser excelentes, e desafiar nossas limitações, acreditando no chamado de Deus e em seu poder para nos levar além.

Eclesiastes 9:10 ainda nos recomenda e fazermos o que tivermos a mão para fazer com toda nossa força. Na igreja precisamos de excelentes cantores, excelentes pregadores, excelentes professores, excelentes recepcionistas, excelentes discipuladores, etc...

O texto de 2 Pedro ainda nos ensina sobre focalização. O versículo dez diz: "Portanto, irmãos, empenhem-se ainda mais para consolidar o chamado e a eleição de vocês, pois se agirem dessa forma, jamais tropeçarão".

O princípio aqui é simples. Todos temos um chamado, uma eleição em Cristo Jesus para através dela servirmos o seu Reino. Devemos descobri-la, e lutarmos por ela. Não se pode ser excelente em várias coisas ao mesmo tempo.

Se cada um cumprir com excelência seu papel dentro do Reino, mantendo sua integridade e santificação, nossas igrejas serão cada vez mais lugares da ação Divina do Espírito Santo, e muitas vidas se renderão aos pés do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Fabiano Alves é líder de louvor da Comunidade Vineyard de Piratininga

Principe Caspian estreia em 16 de maio

"Príncipe Caspian", a segunda adaptação ao cinema da série de livros infantis de C.S. Lewis "As Crônicas de Narnia", acaba de divulgar na internet seu primeiro e empolgante trailer, repleto de efeitos e criaturas, depois de uma première no Disney Channel

(Fonte: Omelete / Nárnia Brasil) - A prévia começa em Londres, mas não demora a se transferir para a terra mágica de Nárnia - agora em ruínas. É que apenas um ano se passou para os irmãos Pevensie, mas 1300 anos de história transcorreram naquela dimensão, agora dominada pelos telmarinos, que baniram os animais falantes e as criaturas mitológicas. Assim, Narnia precisa novamente da ajuda dos irmãos. Curiosamente, é um legítimo herdeiro dos telmarinos, Caspian, quem clama pelos reis em nome da antiga magia de Narnia.

O filme estréia em 16 de maio de 2008.

Veja o trailer abaixo (Dublado):

Saiba mais sobre C.S. Lewis o autor das Cronicas de Narnia


Clive Staples Lewis (29 de Novembro, 1898 – 22 de Novembro, 1963), chamado de C. S. Lewis. É conhecido mundialmente por ter sido um ateísta que, após sua conversão ao cristianismo, veio a se tornar um dos maiores escritores cristãos do século XX.

(Fonte: Wikipedia) - Lewis tem sido chamado o porta-voz não oficial do cristianismo, que ele soube divulgar de forma magistral, através de seus livros e palestras, onde ele apresenta sua crença na verdade literal das Escrituras Sagradas, sobre o Filho de Deus, sua vida, morte e ressurreição. Isto foi certamente verdade durante sua vida, mais de forma ainda mais evidente, após a sua morte.

Tornou-se popular durante a II Guerra Mundial, por suas palestras transmitidas pelo rádio e por seus escritos, sendo chamado de "apóstolo dos céticos", especialmente nos Estados Unidos. Foi chamado até de "Elvis Presley evangélico" devido à sua popularidade. Suas palestras tocavam profundamente seus ouvintes da rádio BBC de Londres. Na sua última palestra "O Novo Homem", Lewis disse: "Olhe para você, e você vai encontrar em toda a longa jornada de sua vida apenas ódio, solidão, desespero, ruína e decadência. Mas olhe para Cristo e você vai encontrá-Lo, e com Ele tudo o mais que você necessita".

Lewis notabilizou-se por uma inteligência privilegiada, e por um estilo espirituoso e imaginativo. "O Regresso do Peregrino", publicado em 1933, "O Problema do Sofrimento" (1940), "Milagres" (1947), e "Cartas de um diabo ao seu aprendiz" (1942), são provavelmente suas obras mais conhecidas. Escreveu também uma trilogia de ficção científico-religiosa: "Longe do Planeta Silencioso" (1938), "Perelandra" (1943), e "That Hideous Strength" (1945). Para crianças ele escreveu uma série de fábulas, começando com "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa" em 1950. Assim surgiram as "Crônicas de Nárnia". Sua autobiografia, "Surpreendido pela Alegria", foi publicada em 1955

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Eu sou a lenda



Lembraremos da mensagem ou da adrenalina?

Será que um filme sobre zumbis comedores de gente pode ter alguma utilidade positiva além de fazer o sangue circular mais rápido? Por incrível que pareça, ”Eu sou a lenda” prova que sim. Nessa adaptação de um livro de 1954, Will Smith interpreta o cientista Robert Neville, a única pessoa imune a um vírus que transformou toda a raça humana em mortos-vivos antropófagos. E como ele aparentemente é o último homem sobre a Terra, Neville é o petisco mais cobiçado pelos monstrengos. A luta para continuar vivo enquanto combate os zumbis, a solidão, a desesperança e o desespero dão a tônica ao filme.

O tal vírus é fruto de um erro humano: na tentativa de desenvolver uma vacina contra todas doenças letais, pesquisadores acabam criando o microorganismo maligno. Isso gera reflexões interessantes sobre até onde a criatura pode interferir na obra do Criador. Que, aliás, é lembrado em diversos momentos da história. Quando a família de Neville entra em um helicóptero, por exemplo, todos oram a Deus em conjunto.

Mas a presença de Deus em “Eu sou a lenda” é apresentada de modo bem mais sofisticado do que simplesmente nessa referência. Os conceitos de fé e sacrifício redentor são, ao final, o cerne da história. Neville tipifica uma figura messiânica, o único que pode salvar toda a humanidade, consumida e distorcida por um mal que transforma todos em seres malignos - metaforicamente, o pecado. A luta do cientista para alcançar seus objetivos demora três anos e exige, literalmente, o derramamento de seu próprio sangue. Uma imagem que pode servir para os jovens como uma ilustração futurista do sacrifício de Jesus.

Em certo momento, alguém diz ao herói: ”Foi a vontade de Deus que nos encontrássemos. Se escutarmos, podemos ouvir o plano de Deus”. Ao que o abalado Neville responde: ”Não há Deus! Não há Deus!”. Epa! Mas calma, quando a situação parece que não pode ficar pior, ele muda de idéia. A ponto de dizer a certa altura: ”Deus não fez isso, nós fizemos”. E fica claro que ele estava sendo usado pelo Senhor para ajudar a humanidade.

Tecnicamente, “Eu sou a lenda” é fantástico. Os especialistas em computação gráfica conseguiram transformar Nova York numa cidade mais ao estilo “Mad Max”, inóspita e apocalítica, do que a simplesmente deserta Londres de ”Extermínio”, filme de zumbis que segue a mesma linha. A transformação das pessoas em mortos-vivos é outro primor. E a interpretação de Will Smith não deixa nada a desejar aos seus melhores filmes de ação, como ”Eu, robô”, ”Independence Day” e ”Homens de Preto”. Smith tem sempre a capacidade de criar personagens cheios de estamina, que todos gostaríamos de ter como irmãos mais velhos.

Mas que ninguém se engane: como todo filme de zumbis, há muita violência e carnificina. Algumas cenas são de uma tensão atroz e, no todo, “Eu sou a lenda” é um longa-metragem bem assustador, o que o desqualifica para crianças e pessoas sensíveis ou cardíacas. A questão que permanece é que a adrenalina é tão elevada que provavelmente as reflexões filosóficas e messiânicas do filme podem passar despercebidas do grande público. Tomara que ”Eu sou a lenda” provoque mais do que um aglomerado de sustos e gritos: torcemos para que leve o público a uma reflexão sobre o mal que consome a humanidade e o único redentor capaz de salvá-la. Senão, este será apenas mais um entre tantos filmes de zumbis comilões.

Maurício Zágari Tupinambá

Fonte: CINEGOSPEL

Veja o trailer clicando abaixo:


quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Curso breve de Teologia da Prosperidade e Batalha Espiritual



1. Amém? Está fraco: AMÉM?
2. Quem quer receber bênção de Deus hoje, levante a mão.
3. Existe a lei da semeadura, e o número da conta é...
4. Meu irmão, você nasceu pra ser cabeça, e não cauda!
5. Esse acidente aconteceu porque você deve ter dado brecha.
6. O Diabo quer lhe destruir.
7. Estou vendo uma obra de bruxaria em sua vida.
8. Vamos quebrar as setas inimigas.
9. Nada vai impedir que você seja um conquistador.
10.Não há nada de errado com o dinheiro; o único problema é o amor ao dinheiro.
11. Nossa denominação ainda vai conquistar o mundo.
12. A partir de hoje São Paulo nunca mais será igual.
13. Nós somos um povo que não conhece derrota.
14. Venha para Jesus e pare de sofrer.
15. Você é filho do Rei e não merece estar nessa situação.
16. Temos a visão de conquistar a Europa para Cristo.
17. Essa doença não existe, ela é apenas uma ameaça do Diabo.
18. Deus está nos dirigindo para abrirmos uma igreja em Boca Raton.
19. Vamos amarrar os demônios territoriais que estão sobre o Brasil.
20. Todos os que fizerem a campanha das sete semanas alcançarão seus sonhos.
21. Compre esta Bíblia fantástica com os comentários de...
22. Estamos num mover apostólico e o avivamento brasileiro é igual ao do livro de Atos.
23. Teremos uma explosão de milagres na maior concentração religiosa da história.
24. Fiquemos de pé para receber o Grande Homem de Deus, com uma salva de palmas.
25. Quando vejo essa multidão de quinze mil pessoas, somente direi: Eu amo cada um de vocês!
26. O Reino de Deus precisa de um candidato; elegemos nosso irmão que vai fazer a diferença.
27. Deus abrirá uma porta de emprego para você, meu irmão.
28. Semana que vem teremos mais uma sessão de cura interior.
29. Enquanto não pedirmos perdão ao Paraguai, pela guerra, nunca seremos uma nação próspera.
30. Os Estados Unidos são uma bênção porque o presidente deles é crente.
31. Tudo é bijuteria, só Deus é jóia.
32. Não sou dono do mundo, mas sou filho do dono.
33. Este carro ficará desgovernado em caso de arrebatamento.
34. Cuidado olhinho no que vê, cuidado mãozinha no que pega, o nosso Pai do céu está olhando pra você”!
35. Olhe para o seu irmão do lado e diga: Eu amo você!
(Ricardo Gondim)

A fé, grana e a maldade da imprensa


Mensagem enviada pelo jornalista Carlos Fernandes à revista Carta Capital.

Acompanho as peripécias do casal Estevam e Sônia Hernandes com bastante interesse desde 1996. Como evangélico, incomoda-me profundamente o estilo de vida fútil e nababesco ostentado pela dupla que comanda a Igreja Apostólica Renascer em Cristo. Em nenhum momento sinto-me representado espiritualmente por gente com esse tipo de conduta.

Embora ainda faltem provas definitivas do desvio de recursos daquela comunidade para os cofres da família Hernandes, há indícios suficientes para se desconfiar de que, na Renascer, a pregação da chamada teologia da prosperidade promova, apenas, a prosperidade de uns poucos privilegiados.

Contudo, a reportagem 
Fé, família, dinheiro, publicada na edição n.º 478 de Carta Capital, ultrapassa acintosamente a linha da boa isenção jornalística. A matéria parte do pressuposto, sequer avaliado pela Justiça, de que o jogador Kaká tem algum tipo de ligação perigosa com possíveis negócios escusos da Renascer. Pior ainda – dá espaço exagerado às indagações de um magistrado que pretende questionar o atleta acerca das doações que faz à igreja a que pertence.

Ora, devemos então entrar no pantanoso terreno do cerceamento às liberdades individuais? Se Kaká deseja doar 2 milhões de dólares, seus troféus ou bens de qualquer natureza à igreja, não há o que se condenar nisso – desde que tais recursos tenham origem definida e, no que cabe, tenham sido tributados.

A arrecadação de dízimos e ofertas é tradição milenar da Igreja Cristã, tanto no catolicismo quanto no protestantismo. Deve-se questionar, isso sim – e, neste caso, o Ministério Público o tem feito –, se a destinação das doações não é a conta particular dos dirigentes religiosos e se não há lavagem de dinheiro dentro das igrejas, que gozam benefícios oriundos de renúncia fiscal.

Por outro lado, a citação aos desentendimentos familiares entre a mulher e a sogra do craque, bem como sua opção por manter a virgindade até o casamento, nada acrescentam ao tema da matéria senão a intenção, explícita dentro e fora das entrelinhas, de ridicularizar a fé dos crentes.

Por favor, acertem o alvo na próxima matéria. Os desdobramentos dos fatos podem até demonstrar, eventualmente, que Kaká está envolvido em alguma falcatrua. Então, que se apure, cheque e publique. Mas não será estereotipando a fé das pessoas, nem suas opções pessoais ou preferências religiosas, que 
Carta Capital trará boa informação ao leitor. Isso sem falar que o box da página 28 já deixa claro que a revista decidiu quem tem razão no imbróglio entre Kaká e a revista G Magazine...

Carlos Fernandes

Cristianismo criativo?



Entrevista com Steve Turner, autor do livro Cristianismo Criativo?

Imagine um mundo repleto de artistas. De seres humanos especialmente criativos e devotados à música, literatura, teatro, pintura. Imagine um mundo de concertos e óperas, em teatros ou praças públicas. Idealize quadros e esculturas; estilistas, coreógrafos, cenógrafos. Abra um livro imaginário e passeie pelo conteúdo. Adapte para as telas do cinema, da TV e pare.

Pense e imagine tudo isso sendo elaborado por cristãos. Que impacto teria na sociedade? A igreja ignoraria Shakespeare por escrever Romeu e Julieta, Hamlet ou Macbeth? Ou se orgulharia do dramaturgo da mesma forma que enche a boca para dizer ao mundo que C.S.Lewis, o escritor de Crônicas de Nárnia, era cristão?

Steve Turner é autor do livro Cristianismo Criativo? (W4 Editora) e defende a idéia de que o artista não precisa sacralizar sua arte para ser aceito pela comunidade cristã quando se converte ao Evangelho. Para ele, a arte cristã deve ser estendida e propagada para além dos templos. E, ao lançar este desafio aos artistas – o de continuarem produzindo arte secular, leva em consideração apenas a importância do testemunho e da ética cristã. Ele quer ver os cristãos revolucionando a arte contemporânea, embora não espere que esta mesma arte, por si só, converta pessoas, mas espera que ela seja boa o suficiente para despertar no apreciador da obra de arte o interesse pela vida e pelo testemunho de seu autor. “Esta é uma das chances de ser luz nas trevas. Se não estamos presentes nas artes, negamos às pessoas a oportunidade de se depararem com a nossa perspectiva”, diz ele.

Esse escritor inglês, residente em Londres e membro da igreja All Souls, em Langham Place, é também jornalista, poeta, crítico musical e consultor de empresas na América e na Europa. É colaborador das revistas Rolling Stone, Q, Christianity Today, e dos jornais The Mail on Sunday e The Times. Dentre seus vários livros estão Hungry for Heaven, Conversation with Eric Clapton, U2: Hattle and Hum, Van Morrison: Too Late to Stop Now e The Gospel According to the Beatles, entre outros. Também escreveu alguns livros infantis, sendo o primeiro deles The Day I Feel Down the Toiled, que já vendeu 120 mil cópias. Por telefone, a reportagem de Enfoque conseguiu conversar com Turner e, de suas idéias um tanto incomuns, elaborou a entrevista que segue abaixo.

ENFOQUE – Em seu livro Cristianismo Criativo?, você critica a música gospel pela delimitação e pela falta de criatividade nos assuntos tratados. De certa forma, você sugere que a música também caminhe para uma visão de mundo cristã, isto é, com letras que protestem contra o aborto, peçam o cancelamento da dívida dos países do Terceiro Mundo, dignifiquem o trabalho de um limpador de rua, etc. Além dessas idéias, que caminhos um músico cristão deve seguir para desenvolver a criatividade com sabedoria?


STEVE TURNER – O primeiro artista citado na Bíblia é Bezalel, filho de Uri (Ex 35.31). Ele diz que o espírito de Deus o presenteou com habilidade, sabedoria e conhecimento. Da mesma forma, nós precisamos de todas essas coisas. A habilidade é básica e esta você precisa desenvolver. O conhecimento você adquire através do estudo. E quando falo de conhecimento, também me refiro a um nível mais profundo de discernimento. A sabedoria, diz a Bíblia, começa com respeito e temor a Deus. Então, como artista, é necessário ter todas essas características, pois o ofício em si não é suficiente. 


ENFOQUE – Como um músico cristão pode ser relevante na igreja e na sociedade? O que você acha de o músico cristão tocar fora da igreja?


STEVE TURNER – Se um músico fosse se converter, sua primeira reação provavelmente seria dizer: “Agora eu quero utilizar a bênção que recebi para o serviço de Deus”. Ótimo, mas no entendimento instantâneo das pessoas, ele provavelmente começará a cantar músicas evangélicas, especialmente em igrejas. Agora, se um encanador se torna cristão, nós não temos a tendência de pensar que ele só fará reparos no encanamento de igrejas. Então, eu quero encorajar os artistas que se convertem que considerem o fato de permanecerem onde estão, mas com uma atitude renovada em relação ao seu trabalho. Se todos os artistas que se tornarem cristãos se envolverem somente com o evangelismo, de modo geral, eles estarão negando sua cultura e os benefícios de sua habilidade e sua capacidade criativa. 


ENFOQUE – Você diz que cresceu “dentro de um evangelicalismo que não preparava as pessoas para um papel dinâmico na cultura secular”. Como você considera a formação do cristão contemporâneo em relação a esta preparação? 


STEVE TURNER – A coisa boa a respeito da maneira como fui criado é que nos foi passado um grande conhecimento das Sagradas Escrituras e isso realmente nos marcou, pois percebemos que nossa relação com Deus era a coisa mais importante. Havia uma série de condenações, como o cinema, por exemplo, entre outras coisas. No entanto, sou até capaz de aceitar que aquilo era uma tentativa, embora discutível, de aplicar os valores bíblicos à cultura. Hoje em dia, o problema em ser mais liberal com relação a essas proibições é que isso pode tornar as pessoas meras consumidoras da cultura secular. Não há uma tentativa de filtrar a cultura através de um entendimento bíblico. Aliás, o conhecimento bíblico de hoje é muito superficial. Uma vez alguém me disse: “O cristianismo norte-americano tem 5 quilômetros de extensão e meio centímetro de profundidade”. 


ENFOQUE – Você se opõe à idéia de separação entre a vida secular e a vida espiritual. Quais são os seus argumentos?


STEVE TURNER – Era a filosofia grega, especialmente Platão, que separava o sagrado do secular. Ele achava que o corpo humano e suas necessidades nos impediam de obter uma maior aproximação de Deus. Os cristãos adotaram essa postura e agem como se a coisa mais importante da vida fosse orar, ler a Bíblia e louvar. Agem como se comer, amar, brincar e trabalhar fossem nada mais que intrusos em nossa vida. A visão da Bíblia é que Deus nos criou para amar e orar, para comer e louvar, para brincar e evangelizar. Ele nos vê como pessoas completas e gosta de nos ver integrados nessas atividades. O resultado desse pensamento culposo é que os cristãos têm uma ideologia de oração e gerenciamento de igrejas, mas não de trabalho e lazer.

ENFOQUE – Inegavelmente, a arte pode ser vista como manifestação de rebeldia e descontentamento em relação às regras ou a um sistema por completo. Através dela é possível brincar com o perigo sem risco direto. As palavras podem não representar o óbvio e, assim, “muito belo” pode significar “muito feio”, enfim. A arte concede ao artista a oportunidade de expressar sentimentos e pensamentos, sem medo de represálias. 


ENFOQUE - Em relação ao estigma de que "todo artista é rebelde”, qual é a sua contraposição?


STEVE TURNER – Penso que os artistas são mais idealistas do que propriamente rebeldes. Eles costumam idealizar uma sociedade perfeita porque têm imaginação para isso. E, também, pelo fato de que normalmente trabalham sozinhos, não tendo, assim, a mesma mentalidade das pessoas que trabalham em uma empresa. Eles não têm que obedecer às mesmas regras e códigos de conduta. Alguns artistas desenvolvem uma espécie de “rebeldia aceitável” – aquele tipo de rebeldia que não chega a incomodar a sociedade, mas que ao final é recompensada pela mesma. 


ENFOQUE – A arte dramática está entre as maiores oposições do cristianismo. Jovens que sonham com as carreiras de atores e atrizes seculares, não raro, são aconselhados por líderes a desistirem de seus objetivos. O principal argumento é de que essas práticas, desde as primeiras oficinas, exigem do artista representações físicas impróprias ao cristão. Alguns desistem dos sonhos e dificilmente superam a frustração. Muitos se auto-reprimem, outros abandonam a fé. Como conhecedor das influências do mundo artístico, qual a sua posição frente à inclusão do cristão nas artes dramáticas?


STEVE TURNER – Atores encarnam personagens criados pela mente do autor e isso é realmente complicado, porque não é comum encontrar um escritor que crie personagens que façam o intérprete cristão se sentir cem por cento à vontade. Quando falamos sobre o que um autor deve ou não fazer no palco, acho que a coisa mais importante é a mensagem do filme ou peça teatral. A mensagem de Macbeth, por exemplo, é mostrar o que acontece quando você permite que o demônio domine suas ações. Agora, para representar bem esse tipo de papel, você tem que encarnar o personagem. Acho que os cristãos deveriam analisar melhor a questão da idolatria e não se aterem à tentativa de ser como Deus.


ENFOQUE – E quanto à questão do beijo, ou fazer um papel sensual? Você acha que é inadmissível perante a fé cristã? É possível atuar em uma peça escrita por um dramaturgo não cristão? Se sua resposta for não, você acha que os atores e atrizes cristãos deveriam desistir de seus sonhos?


STEVE TURNER – Nós não devemos pensar em “temas cristãos”. Deveríamos pensar em verdade e excelência. Quando pensamos em temas cristãos, nos vêm à mente histórias bíblicas e histórias de pecado, arrependimento e conversão. Hanz Rookmaaker, um estudioso da história da arte, costumava dizer que deveríamos questionar toda e qualquer obra artística com as seguintes perguntas: “Ela é boa tecnicamente?”, “Tem integridade?”, “É verdadeira?”. Algumas músicas dos Rolling Stones ou da Madonna podem passar nesses três critérios, enquanto alguns hinos podem falhar em um ou dois. Se eu leio um poema, não me pergunto se ele é cristão, mas se foi bem escrito, se o autor atingiu seu objetivo ou se tem coerência com a verdade da maneira que eu a conheço. As pessoas devem lembrar que os artistas normalmente não são chamados a serem evangélicos; logo, não podem ser julgados de acordo com esses padrões. Uma pintura ou uma dança não é um sermão disfarçado. De que maneira um médico cristão poderia ser julgado? Pelo número de pessoas que ele evangelizou? É claro que não! Julgamos um médico pela sua capacidade de diagnóstico, bem como por sua competência em tratar doenças e também pela maneira de lidar com os pacientes.


ENFOQUE – Cristianismo e moda sempre estiveram separados por um precipício denominado “vaidade”. Esta é outra área da arte em que a presença do cristão é praticamente nula. Os comentários de que o homossexualismo e a prostituição povoam os bastidores, sobretudo em início de carreira, sustentam o preconceito. Você vê alguma objeção em um cristão desfilar nas passarelas do mundo fashion? 


STEVE TURNER – Eu sei que há cristãos trabalhando no mundo fashion aqui em Londres, em Nova York, em Los Angeles... Acho que eles deveriam ler o que a Bíblia diz sobre as roupas. Em primeiro lugar, precisamos de roupas para cobrir a nossa nudez (Gn 3.21). Em segundo, há um valor de beleza e estilo naquilo que Deus criou. Veja como Deus cobriu os animais e as flores. Em terceiro lugar, não devemos ser provocativos, nem fazer com que os outros tenham pensamentos libidinosos. Em quarto, não devemos sugerir que a beleza exterior é mais importante que a beleza interior (Pe 3.3; 4.1; Tm 2.9-10). Em quinto, não devemos ostentar roupas caras enquanto outros não têm o que vestir. E, finalmente, não devemos usar roupas para elevar o nosso ego nem para nos sentirmos superiores em relação aos outros. Nunca estudei moda especificamente, mas esses pensamentos vêm à tona à medida que respondo a essas perguntas. A Bíblia apenas nos dá orientação, por isso é muito emocionante poder colocar esses ensinamentos em prática. Há inúmeros exemplos de grupos que pensam que o vestuário cristão significa usar roupas que não reflitam nenhum traço de personalidade, fazendo-as lúgubres e sem forma, mas eu não acho que essa seja a aplicação correta desses princípios.Sobre a questão da prostituição e do homossexualismo, não concordo que isso necessariamente faça parte do mundo fashion. Você não tem que ter nenhum vício nem estar propenso a algum tipo de pecado para ser capaz de elaborar roupas. Talvez a pergunta seja: se há tantas pessoas no mundo da moda, isso o torna um meio perigoso? Depende do quão suscetível às influências um cristão possa ser. Você precisa ser realista no que diz respeito à sua fraqueza. As pessoas costumavam dizer que os teatros eram pontos de encontro de prostitutas, razão pela qual os puritanos tentaram fechá-los. Ninguém diria isso hoje em dia. Se houvesse mais cristãos no mundo, talvez fossem as prostitutas que estivessem mais preocupadas com o próprio espaço nesse universo. O vestuário é algo fundamental, por isso o seu processo de criação e fabricação deve ser algo bom, não havendo razão alguma pela qual algum pecado em particular deva integrar o mundo fashion. 


ENFOQUE – Quais são as maiores demonstrações de criatividade na Bíblia?


STEVE TUNER – A Bíblia em si. A mistura de história, oração, música, poesia, biografia, leis, cartas e visões é que criam esse “livro” tão especial.


ENFOQUE – Como os cristãos podem se mostrar eficientes nas artes?


STEVE TURNER – Da mesma maneira que não-cristãos tornam-se bons em alguma arte. Aprendendo com o passado, aprendendo com o seu ofício, absorvendo tudo o que é possível, sendo aberto a críticas, conhecendo-se a si próprio e desenvolvendo uma visão mais abrangente de mundo. Há um erro comum que consiste no fato de as pessoas imaginarem que os cristãos buscam evitar o trabalho árduo, limitando-se a orar. Há muita verdade no ditado que diz “Deus ajuda quem cedo madruga”. Paulo estudou as Sagradas Escrituras até que Deus o acolheu como preciosa matéria-prima e fez dele uma pessoa fundamental na história cristã. 


ENFOQUE – Quando a arte é prejudicial à vida cristã?


STEVE TURNER – A arte pode ser perigosa, assim como a comédia. Ela ultrapassa o nosso sistema de defesa. Nós entramos em contato com uma idéia que não pode ser refutada. Contudo, se algo é considerado como obra de arte, nós a imaginamos como sendo moralmente neutra, mesmo que ela tenha, de forma discreta, elementos que vão de encontro a nossos princípios morais.


ENFOQUE – Qual a melhor forma de utilizar a arte na igreja?


STEVE TURNER – As artes já são utilizadas na igreja, quando entoamos uma canção, assistimos a um vídeo ou construímos uma nova igreja. Nessas três citações utilizamos a mão-de-obra desses artistas. Por isso, cristãos que são artistas podem sempre melhorar a qualidade de tudo, desde capas de livros, músicas ou revistas cristãs. Desde que haja cristãos trabalhando no meio artístico, acho salutar que a igreja crie possibilidades de discussão. A Igreja ora pelos artistas. Ela é capaz de os entender, encorajar e ouvir, pois os artistas estão em mais freqüente harmonia com suas respectivas culturas. No entanto, não vejo o trabalho dos artistas na cultura como algo que deva ser organizado pela igreja. Quando realizo o meu trabalho, sou como o encanador ou o médico cristão. Busco entender meu próprio trabalho da maneira cristã de fazê-lo e eu acho que estou indo bem.


ENFOQUE – Atualmente têm surgido, em especial em países de primeiro mundo como Estados Unidos, Austrália e Europa, as chamadas Igrejas Criativas, citando Lakewood, LifeChurch e Hillsong. Algumas delas investem muitos recursos no desenvolvimento de arte, seja ela radiodifusiva, virtual, musical, teatral, cinematográfica ou editorial. Como você vê esta “nova geração de igrejas”? 


STEVE TURNER – É perigoso tornar a igreja em outra experiência criativa, imaginando que podemos competir com Hollywood e que devemos fazer tudo o que pudermos para chamar a atenção das pessoas. Embora eu ache que devemos sempre melhorar a comunicação, tenho consciência de que não podemos jamais deixar de confiar na poderosa Palavra de Deus. Eu lembro de um musical a que assisti há muitos anos que dizia: “Tudo é efeito, mas sem efetividade”. Nós devemos evitar isso.

(Publicado originalmente na Revista Enfoque Gospel)

Fonte: www.cristianismocriativo.com.br

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